Biblioteconomia, ciência da informação e internet. Tudo junto e misturado! O blog http://bibliopage.blogspot.com/, de Sandréa Souza, reúne ótimas dicas ligadas a novas tecnologias, produtividade, organização de arquivos e softwares open source (aqueles que não têm custo de licença e que todo usuário ama descobrir).
Eu conheço a Sandréa, trabalho diariamente com ela. É uma mulher super antenada, que futuca a internet como ninguém e sempre descobre soluções baratas e eficientes para os problemas da equipe. As dicas da 'Super-Sandréa' (que tem um lado bibliotecária e o outro, analista de sistemas) valem ouro. Confira!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Bibliopage: quem adora novidades da web vai adorar esse blog
Postado por Érika Alves às 14:25
1 comentários Marcadores: Blog, internet, tecnologia

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quarta-feira, 29 de julho de 2009
Esporte ensina
Nunca dei muita importância para a prática de esportes. Errei... Posso dizer que hoje o corpo sente essa lacuna que não tem volta. Além da parte física, meu lado espiritual sente ainda mais! Descobri isso sem querer...
Ao assistir a uns jogos de um torneio amador de tênis na Tijuca, no Rio de Janeiro, percebi como os esportistas lidam bem com a ansiedade, o frio na barriga, a disputa... Competem, sim. Com força e classe. As possíveis rixas nascem e morrem durante o jogo. Nenhuma diferença ultrapassa as linhas da quadra. Fim de jogo... Aperto de mãos, conversa sobre os pontos mais bonitos, os erros mais graves, o vento que atrapalhou a partida e a raquete ideal para cada estilo de jogador.
O melhor de tudo: o atleta sabe encarar a derrota de forma equilibrada. Isso é qualidade para poucos. Digo, pouquíssimos. O ser humano hoje em dia se cobra tanto para atingir a perfeição, que não aceita um erro sequer. Perder ou ouvir um ‘não’ representa fracasso. Para amante de esporte, não é assim. Ele encara a derrota com mais tranquilidade. A cobrança existe, mas não de maneira incômoda ou derrotista. Pelo contrário, ela fortalece a meta de vitória na próxima partida.
O esporte é uma escola para a vida. Ah, se eu pudesse voltar no tempo, teria dado mais valor a isso... Mas nunca é tarde! Que venham quadras, campos, piscinas e tatames. Rs...
Postado por Érika Alves às 18:11
0 comentários Marcadores: comportamento, esporte

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segunda-feira, 20 de julho de 2009
A hora do blog empresarial
As empresas públicas e privadas estão criando blogs atrás de blogs. Muitas empresas privadas, moderninhas por natureza, seguem as tendências do mercado e tentam conquistar clientes por vários meios, usando intensivamente as redes sociais e a galera que não respira sem internet.
Mas várias empresas públicas, onde a burocracia ao cubo atrasa alguns avanços de comunicação, também estão querendo entrar no conceito de web 2.0 sem antes passarem pela web 1.0 com eficácia. Não dá para pular etapas. Também não dá para não entrar nas redes. Que dilema!
Em empresas acostumadas com informativos de papel e documentos que passam de mesa em mesa, colecionando assinaturas e “de acordos”, é preciso primeiro fortalecer o uso da intranet como ferramenta de trabalho e como principal fonte de informação. Depois disso, aos poucos, é necessário inserir funcionalidades características da web colaborativa, como comentários, avaliação de notícias, fóruns e enquetes.
Assim, os consumidores da web 1.0 aos poucos se tornarão usuários instrumentalizados da web 2.0. A intranet corporativa da companhia vai gradativamente se tornar mais democrática e colaborativa. No fim das contas, a adesão será mais intensa, a inclusão será mais reconhecida e os resultados da comunicação finalmente aparecerão.
Postado por Érika Alves às 22:35
1 comentários Marcadores: Blog, comunicação, corporativa, empresarial, intranet

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Ai meu Deus, como ela pôde?
Se todo mundo se fizesse a seguinte pergunta, iriam aparecer situações hilárias: Ai meu Deus, como eu pude ........ ? Preenchendo a "lacuna", como fazíamos no colégio há alguns anos atrás, dá para usar em vários momentos da vida que se passaram e que hoje nos fazem rir, chorar, se arrepender, gargalhar, sonhar.
Com muita sensibilidade, e um toque de bom humor na maior parte dos casos, minha amiga Dil Mota, jornalista baiana mais carioca que eu, alimenta seu blog Ai meu Deus, como eu pude?
Ela fala do show do rei Roberto Carlos, de apelidos de colegas, de amor perdido, de promoção de Bom Bril, dos amigos que teve na vida, de um gato que foi seu hóspede, e por aí vai... Vale à pena dar uma espiadinha. E eu pergunto: Como eu pude demorar tanto para conhecer essa pessoa fantástica???
Dê uma olhada em http://aimeudeuscomoeupude.spaceblog.com.br
Quem segue o Lula?
Que o Lula é um caso de estudo, isso todo mundo sabe. A popularidade do presidente brasileiro mais popular da história atinge índices cada vez mais altos (e surpreendentes). Mas por quê? Quem são as pessoas que votam no petista? Como elas enxergam o presidente? Como elas o acompanham? O que elas pensam?
Algumas dessas respostas estão nas mãos de quem quiser. Digo, nos olhos de quem quiser. Basta intepretar as 80 belas imagens originadas de cliques do fotógrafo da presidência da república, Ricardo Stuckert, que estão expostas no Castelinho do Flamengo, no Rio de Janeiro. Observando cada foto, dá para entender melhor a relação que existe entre eleitores e eleito.
Com muita sensibilidade, Stuckert selecionou as melhores fotos da campanha da reeleição do Lula, com foco no presidente e no povo brasileiro que o acompanhou em passeatas e visitas durante esse período. Vale à pena conferir a exposição "Milhões de Lula"!
Confesso que me emocionei bastante com algumas fotos, diante do olhar atento, do sorriso largo e da alegria intensa do povão lulista. Sem legendas, as imagens dão mais asas à imaginação e à interpretação.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Pancadão do morro agora só em boate
Mas até festas particulares de moradores estão sendo arbitrariamente interrompidas. Pode ter festejo, desde que não tenha funk! Um completo absurdo! Como se isso fosse a solução da violência ou do controle do tráfico. Uma expressão cultural característica dos morros cariocas está sendo impedida de ser manifestada. O problema é que tem gente que acha que funk não é cultura...
Posso dar minha opinião, sim, porque frequentei alguns bailes de comunidade, mais conhecidos como 'bailes de morro'. Já ouvi batidão no Morro do Salgueiro, na Chatuba, na Rocinha, na Vila Ideal (e por aí vai). Sei que o tráfico está sempre presente. Não dá para dizer que não. Os caras garantem a segurança dos moradores do morro como os PMs garantem a segurança da galera do asfalto. É a proteção do meio. Não há como sermos etnocênctricos e achar essa relação um contra-senso. É assim a vida lá dentro... Dai achar que impedir os bailes funk resolve o mundo! Não faz sentido.
Segundo a PM, não se trata de proibição. Isso é forte demais! Pega mal... Os 'papa mike' só estão trabalhando para impedir a realização de bailes sem permissão. (!) Piada... Já que é assim, seria interessante a PM dar um rolé pela Barra da Tijuca e pela Zona Sul para impedir bailes sem autorização que ocorrem entre as quatro paredes de boates e "inferninhos" VIP frequentados por gente "bacana". Lugares em que o consumo de drogas e a violência também ocorrem indiscriminadamente. Engraçado... De onde vem a droga das boates? Ahhhh, do morro, não é? Tá vendo como é hipocrisia acabar com baile de morro.
Essa discriminação de cunho cultural está embasada na lei estadual 5.265, do ex-deputado e ex-chefe de polícia Álvaro Lins (super-confiável!). Agora, um baile funk só pode ocorrer se a autorização for solicitada com 30 dias de antecedência, tiver comprovante de tratamento acústico, um banheiro químico para cada 50 pessoas e câmeras no local. Essas são só algumas das regras. Ou seja... Querem mesmo que o funk acabe!
Deveres, sim. Direitos, nunca! Um cidadão do morro só pode promover um baile se cumprir isso tudo. Mas o poder público, cumpre tudo o que deveria? Acho que não... Será que as comunidades têm segurança, alimentação e saúde? Hmmm...
Sabe aquela história de a corda sempre arrebentar no lado mais fraco?
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Quem disse que saudade é bom?
Saudade dói antes de começar. Ao saber que ficaria longe do meu amor por apenas uma semana, o coração apertou. E como apertou... Como será a noite de sexta-feira sem discussões políticas e sociais fervorosas? A mesma noite 'cabeçaura' de SEXta-feira tem também muitas gargalhadas e cheiros no cangote...
E o sábado? Não terá a menor graça. Vazio. Sem brilho. Sem cor. A nostalgia da ausência vai incomodar.
Acordar domingo sem café na cama será melancólico. O dia vai amanhecer abatido... E passar o primeiro dia da semana (que sempre tem cara de último) assistindo ao Domingão do Faustão ou vendo casais passeando pelas calçadas vai ser triste.
Nossa, quanta deprê, não é? Mas é que o amor é intenso e a saudade machuca. Só um pouquinho, mas machuca. O melhor disso tudo é quando o reencontro acaba com a saudade com AQUELE abraço!
Postado por Érika Alves às 18:57
0 comentários Marcadores: amor, crônica, saudade

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